Ah e tal diz que este gajo promete novas eras e mil uma coisas e depois escreve duas merdas sem jeito nenhum e nunca mais escreve nada de jeito... Pois, realmente têm razão...
Meu caro leitor (falo no singular porque com a merda que escrevo não devo ter muito mais que um)
hoje vou tirar a sua barriga de misérias e vou dar-lhe a conhecer alguns textos que a minha falta de tempo e enorme perguiça me impediram de passar para o formato electronico.
Cá vai disto...
Isto foi escrito durante uma das minhas horas de almoço em que decidi fazer alguma coisa que me ajudasse a matar tempo, porque isto de passar as minhas horas de almoço sozinho, dentro do carro a ouvir música torna-se um bocadinho aborrecido, ao principio, quando peguei na caneta e no papel estava tão inspirado que nem uma sms no telemovél eu conseguia escrever, depois começei a sentir-me cansado e começei a pensar em férias e lembrei-me de escrever qualquer coisa relacionado com esse tempo em que não estamos no nosso emprego mas nem por isso nos falta trabalho...
Agora que estamos no fim do Verão já quase toda a gente teve direito as suas férias, ou melhor pensa que teve, mas na verdade só alguns felizardos têm a sorte de gozar isso a que chamam férias, e falo em felizardos porque o meu conceito de férias assenta em não fazer a ponta d'um corno durante todo o dia, ou seja muito pouca gente tem esse tipo de luxo, essa pouca gente já inclui a cachopada, que em tempo de verão não faz mais do que ver o batatoon, jogar playstation e engoradar a tarde toda...
O que eu quero dizer com isto é muito simples na verdade, as pessoas comuns não férias porra nenhuma... Das duas uma, ou temos uma carteira bem recheada que nos permita sair da pasmaceira e ir passar uns dias a um hotel de cinco estrelas onde até para coçar um tomate podemos pedir ajuda, ou então vamos todos para a nazaré com dinheiro a medida para o quarto se queremos comer temos de o fazer...
Até os nossos queridos emigrantes (também conhecidos por afu's, ça-vas, ah bidons, etc...) têm imensos afazeres neste tempo, raramente estão sossegados e expliquem-me uma coisa, porque é que eles têm sempre obras para fazer em casa? Será que são assim tão estragadões que nos quinze dias que cá passam fodem aquilo tudo e no ano a seguir têm que recontruir?
Epah este post está uma valente cagada mas no próximo eu compenso...
Hasta...
terça-feira, 9 de setembro de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Parabéns bigodes!
Ontem, dia 13/06/08 foi o dia em que se comemoraram os 120 anos do nascimento de uma das personagens mais controversas da Historia da literatura mundial, falo claro de Fernando Pessoa, adorado por muitos, odiado por outros tantos o que interessa é que ele era português!
Se estudou um bocadinho mais que a 4ª classe o caro leitor saberá que Fernando Pessoa era um poeta com algumas particularidades, salientando-se o facto de que cada vez vez que escrevia qualquer coisa assinava com um nome fictício com algum receio que desse merda, julgo eu, e passo a explicar, este poeta de cada vez que escrevia algo em seu nome era criticado por toda a gente e chamado de louco, falo especialmente da parceria que fez com Mário de Sá Carneiro na revista Orpheu; mas isto da escrita estava-lhe no sangue e ele não conseguiu para de escrever, com algum receio de voltar a ser crucificado pela sociedade começou a assinar o que escrevia com nomes escolhidos ao calhas e os três que fizeram mais furor foram Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.
Quando a obra de Fernando Pessoa passou a ser conhecida através destes três pseudónimos o próprio Fernando foi chamado por um jornal da época a dar a sua opinião sobre estas três personagens que eram tão lidas mas que fisicamente ninguém as conhecia, no dia da entrevista para não variar o homem estava com uma bebedeira de aguardente que de cada vez que falava matava todos os micróbios do ar em que estava envolto, como já sabe, neste estado temos uma imaginação muito fértil, (eu uma vez pensava que era o songoku e chamei pela nuvem magica) e em vez de assumir que as três personagens eram final pseudónimos seus decidiu inventar uma história meio maluca para cada um deles, Caeiro era pastor e teria já falecido com apenas 30 anos, Ricardo Reis seria médico e um homem de convicções, Álvaro de Campos era engenheiro naval e tinha estudado na Escócia. Isto pegou e as pessoas caíram no conto do vigário e mais tarde quando se descobriu que estas três personagens eram afinal Fernando Pessoa, este já estava morto e enterrado porque com a vidinha boémia que ele levava morreu cedo com uma cirrose, foi nesta altura que os peritos afirmaram que estes pseudónimos eram afinal heterónimos na tentativa de não mostrarem a ninguém que tinham sido comidos por parvos...
Todo este texto é sem dúvida mais uma história do arco da velha inventada por mim, mas não podia deixar de prestar a minha homenagem a um homem que mesmo sendo um bocado esquizofrénico e um grande bêbado me deu tanto trabalho na disciplina de português do durante o meu 12º ano!
Deixo-vos um abraço e um recado para quem fez aquele comentário depreciativo no post anterior; a marca de preservativos control informou-me que o teu nascimento tinha sido culpa deles, pretendem que te identifiques e que te dirijas ao matadouro mais próximo para seres abatido!
Se estudou um bocadinho mais que a 4ª classe o caro leitor saberá que Fernando Pessoa era um poeta com algumas particularidades, salientando-se o facto de que cada vez vez que escrevia qualquer coisa assinava com um nome fictício com algum receio que desse merda, julgo eu, e passo a explicar, este poeta de cada vez que escrevia algo em seu nome era criticado por toda a gente e chamado de louco, falo especialmente da parceria que fez com Mário de Sá Carneiro na revista Orpheu; mas isto da escrita estava-lhe no sangue e ele não conseguiu para de escrever, com algum receio de voltar a ser crucificado pela sociedade começou a assinar o que escrevia com nomes escolhidos ao calhas e os três que fizeram mais furor foram Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.
Quando a obra de Fernando Pessoa passou a ser conhecida através destes três pseudónimos o próprio Fernando foi chamado por um jornal da época a dar a sua opinião sobre estas três personagens que eram tão lidas mas que fisicamente ninguém as conhecia, no dia da entrevista para não variar o homem estava com uma bebedeira de aguardente que de cada vez que falava matava todos os micróbios do ar em que estava envolto, como já sabe, neste estado temos uma imaginação muito fértil, (eu uma vez pensava que era o songoku e chamei pela nuvem magica) e em vez de assumir que as três personagens eram final pseudónimos seus decidiu inventar uma história meio maluca para cada um deles, Caeiro era pastor e teria já falecido com apenas 30 anos, Ricardo Reis seria médico e um homem de convicções, Álvaro de Campos era engenheiro naval e tinha estudado na Escócia. Isto pegou e as pessoas caíram no conto do vigário e mais tarde quando se descobriu que estas três personagens eram afinal Fernando Pessoa, este já estava morto e enterrado porque com a vidinha boémia que ele levava morreu cedo com uma cirrose, foi nesta altura que os peritos afirmaram que estes pseudónimos eram afinal heterónimos na tentativa de não mostrarem a ninguém que tinham sido comidos por parvos...
Todo este texto é sem dúvida mais uma história do arco da velha inventada por mim, mas não podia deixar de prestar a minha homenagem a um homem que mesmo sendo um bocado esquizofrénico e um grande bêbado me deu tanto trabalho na disciplina de português do durante o meu 12º ano!
Deixo-vos um abraço e um recado para quem fez aquele comentário depreciativo no post anterior; a marca de preservativos control informou-me que o teu nascimento tinha sido culpa deles, pretendem que te identifiques e que te dirijas ao matadouro mais próximo para seres abatido!
sábado, 7 de junho de 2008
O inicio de uma nova era...
O dia de hoje marca uma reviravolta importante no meu blogue...
De cara lavada, o meu blogue tornar-se-a mais sério a partir de hoje, as historias do arco da velha que eu escrevia só para passar o tempo acabaram, até porque agora não tenho assim tanto tempo e para escrever aquelas porcarias era preciso uma imaginação do caraças!
A partir de hoje pretendo falar de coisas mais especificas, mais físicas e palpáveis; a palavra palpáveis remete-nos para mamas (verdade ou mentira?), mas desengana-te porque eu pretendo é falar da estupidez e saloiice que a nossa euforia pela selecção nacional faz transparecer a quem vê de fora, da implicância e mesquinhice que tivemos com o nosso primeiro ministro por estar a fumar num avião, das letras estúpidas que as bandas dos "morangos com açúcar" cantam, do poder de marketing que tem a frase "salvem as baleias", das directas do PSD, não! das directas do PSD não!, não gosto de gozar com velhinhos... E bem, já tenho aqui pano para mangas... As mamas ficam para depois...
Vou então pensar sobre qual destes temas hei-de rabiscar primeiro...
Em breve terão noticias minhas!
Um abraço!
De cara lavada, o meu blogue tornar-se-a mais sério a partir de hoje, as historias do arco da velha que eu escrevia só para passar o tempo acabaram, até porque agora não tenho assim tanto tempo e para escrever aquelas porcarias era preciso uma imaginação do caraças!
A partir de hoje pretendo falar de coisas mais especificas, mais físicas e palpáveis; a palavra palpáveis remete-nos para mamas (verdade ou mentira?), mas desengana-te porque eu pretendo é falar da estupidez e saloiice que a nossa euforia pela selecção nacional faz transparecer a quem vê de fora, da implicância e mesquinhice que tivemos com o nosso primeiro ministro por estar a fumar num avião, das letras estúpidas que as bandas dos "morangos com açúcar" cantam, do poder de marketing que tem a frase "salvem as baleias", das directas do PSD, não! das directas do PSD não!, não gosto de gozar com velhinhos... E bem, já tenho aqui pano para mangas... As mamas ficam para depois...
Vou então pensar sobre qual destes temas hei-de rabiscar primeiro...
Em breve terão noticias minhas!
Um abraço!
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